domingo, 3 de maio de 2009

A AMARGURA


Tomem cuidado para que ninguém abandone a graça de Deus. Cuidado, para que ninguém se torne como uma planta amarga que cresce e prejudica muita gente com seu veneno. Hb 12. 15.

A amargura é um sentimento que demonstra a falta de um espírito de reconciliação e pode ser verificada pelas nossas atitudes: se estamos maquinando maneiras de vingar-nos na primeira oportunidade; se há recordação até dos mais íntimos detalhes de um evento que aconteceu a muito tempo; se nos sentimos ofendidos e, devido a isso estamos tratando de justificar o ressentimento dizendo “EU TENHO RAZAO”; quando lemos a Bíblia quase inconscientemente aplicamos a Escritura a outros em vez de nós mesmos.
A amargura traz inúmeras conseqüências, dentre as quais, pode-se citar: o espírito amargo impede que entendamos os verdadeiros propósitos de Deus em determinada situação; o espírito amargo contamina a outros, como se pode observar em Pv 26. 21 – “Como carvão sobre as brasas e lenha no fogo, assim é o briguento para atiçar uma briga”. Observa-se que por meio de suas palavras o amargurado busca adeptos à sua causa, quem se une é seu amigo, o que não, seu inimigo. Ademais, o espírito amargo dá lugar ao diabo, e o amargurado afeta sua própria saúde.
O que fazer então para libertar-se da amargura? Para ser liberto, precisamos reconhecer que o que estamos sentindo é pecado, e arrepender-nos de senti-lo, não justificar que temos razão para sentir-nos assim, perdoar ao ofensor como Deus nos perdoou e, se a pessoa não reconhecer sua falta devemos fazer cumprir a nossa parte COM AMOR, perdoando-lhe ou pedindo-lhe perdão.
Diante disso, devemos reconhecer que todo sentimento contrário a vontade de Deus deve ser eliminado totalmente de nossas vidas para que Deus possa agir através de nós.
Fonte: Folheto da IEADAM – Os inimigos da alma.

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